Capricórnio simbolicamente está associado à subida da vida lenta e infatigável em direção aos picos da realização espiritual. A subida ao topo da montanha. Ele é lento, paciente e prudente nesta subida. O mito da cabra, símbolo da vitalidade, do animal que dá o leite e que alimenta, é a natureza que tudo dá em abundância.
Por sua natureza animal, é persistente, suporta as florestas e não costuma desistir antes de atingir seus objetivos. A figura mitológica meio bode, meio peixe, simboliza o ambiente interior, marinho, sereno, que se fortalece e se exterioriza no ambiente das montanhas. É o encontro da profundidade com a altura, simbolizando a perseverante subida em direção à Luz.
(baseado em texto de Ângela Brainer)
Certos momentos da vida, ficamos parados pensando. Capricornianos pensam bastante no futuro e eu não sou exceção. Em frente a mudança, passado o momento de excitação, as dúvidas todas vem em profusão. Depois dum momento onde elas nos incomodam e partilhamos, chega o momento que nos recolhemos e pensamos. Estava assim. Por isso ficou difícil falar sobre algo pessoal, estava fechada para balanço. Porém as nuvens se dissiparam, comecei a falar as minhas dúvidas, as minhas dificuldades. Estou me partilhando. Estou feliz.
Tempos atrás falava da felicidade que guardava apenas para mim. Hoje quero compartilhá-la com todos os capricornianos e companheiros de outro signo. Vou me casar. As dúvidas não era se aceitava ou não (disso nunca tive dúvida), mas sobre mais uma mudança na minha vida. Quando minha vida americana estava acabando e finalmente vislumbrava minha volta ao Brasil, fui confrontada, a felicidade de casar também significava deixar meu país e aquelas pessoas (não por tempo determinado).
Passado o medo de mais uma mudança, falta apenas terminar meu ano aqui (falta um pouco menos de três meses) e voltar de férias ao Brasil. Sei que não vou deixá-lo definitivamente. Há coisas muito queridas neste país que merecem ser visitadas. Contudo estou pronta, para uma nova mudança, para um novo país. Em quatro meses meu destino será Portugal.
Quando assisti ao filme "Jesus" uma coisa me chamou a atenção, um de seus dois discípulos não gostou quando Jesus se divertia dançando em uma festa.
Curioso saber que em certas religiões, dançar é proibido. Mesmo com todo problema que o cercava em relação à Roma, ele conseguia se distrair por momentos, suponho que isso queira sugerir que nós mortais temos direito à alguma diversão. O dinheiro também foi lembrado em tom de crítica no filme. "Paixão de Cristo" que está em cartaz nos cinemas, não deixa de ser uma diversão paga, dizem uns que o dinheiro vai ser arrecadado para uma instituição, contam que o filme é baseado em fatos reais, e que as pessoas tem que saber como Jesus sofreu por nós.
Fiquei confusa, mas uma coisa é certa, vou pensar muito antes de assistí-lo, não gosto de judiações.
Mel Gibson and Icon Production film of Jesus Christ in
PASSION starring James Caviezel and Monica Bellucci. ...
De acôrdo com informações de quem assistiu possui cenas fortes, em relação ao
anti-semitismo não ouvi ainda nada a respeito.
Alguns comentam que assim como o "Tubarão" esse filme daqui há algum tempo será visto sem
que cause disconforto ao espectador,
como aconteceu com uma senhora que desmaiou dentro do cinema, ou um outro conhecido
meu que saiu no meio da película. Uma amiga, a Cecéu, disse: vai ver que vale à pena!
E para quem não conhecia a música "I Will Survive" do meu post anterior, aí vai:
At first I was afraid, I was petrified
À princípio estava com medo, petrificada
Kept thinkin' I could never live without you by my side
Pensando que nunca poderia viver sem você à meu lado
Then I spent so many nights thinking how you did me wrong
Então gastei muitas noites pensando como você me fez mal
And I grew strong
Então eu fiquei forte
And I learned how to get along
E aprendi a caminhar sózinha
Continua
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Suely
Sábado, Março 27
Daqueles que vivem de poesia...
Andando pela feira hippie daqui de Campinas (que agora se encontra na Estação Cultura, antiga Fepasa), como todos que passam sou abordado por um senhor de idade que aparentava uns setenta e poucos anos com a seguinte frase:
- Gosta de poesia?
Aqueles que o ignoravam, ele também os ignorava, mas por eu ter-lhe respondido ¿Sim¿ ele abriu um sorriso de poucos dentes e mostrou-me um papel, dizendo:
- Pra ler, não paga nada, mas se quiser levar, uma moedinha me basta.
O papel era mimeografado e a letra de forma impressa nele dizia o seguinte:
Poema de Leontino Correia
Prima Maria
Não tenho trabalho
Vivo de poesia
O que tem sucesso
É só porcaria
Fiz o poema
Da prima Maria
Fui passear na fazenda
Da tia Luzia
Saí com a prima
Nas matas sombrias
Entre eu e ela tudo acontecia
O tio desconfiado
Fez uma emboscada
Pegou nós dois no mato
Catando goiaba
Casei-me com ela
A mulher amada
Dei-lhe algumas moedas e fui-me embora com um sorriso no rosto e esse delicioso poema nas mãos.
Esse senhor lembrou-me alguns ditos de Patativa do Assaré: "Pra gente aqui ser poeta / não precisa professor. / Basta vê no meis de maio / um poema em cada gaio / um verso em cada fulô." "Prefiro falá as coisa certa com as palavra errada a falá as coisa errada com as palavra certa".
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G.H.
Sexta-feira, Março 26
O tempo bom de abril se aproxima. Não sei se é astrológico ou não. Mas tenho cá comigo que abril é um mês sempre muito positivo pra mim. Então, quando ele chega, vou logo estendendo o tapete vermelho... As chuvas diminuem. O sol se firma e chama um bocadinho de frio. Alguém prometeu até me dar uma bicicleta. Se eu ganhar de verdade, prometo usar. Ando mais animada e predisposta aos exercícios. Multiplico as saídas com meu cachorro e ganhamos ambos! Ele volta satisfeito e agradecido e eu cansada, mas risonha. Abril é tempo de realizações como as da Rúbia, planos promissores como os da Dulce, alto astral, como o da Sueli, romance, como sugere o Gui, descanso como exercita a Dati, sumiços como escolheu a Fabi. E vontade, muita vontade de ser feliz de todos nós! Que venga!
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CoRa
Quinta-feira, Março 25
Silêncio... Capricorniana de bem com a vida, (re)aprendendo a ver o lado bom das coisas boas que essa vida pode trazer, mas sem palavras e acreditando na idéia de que a imagem realmente fala mais do que mil palavras...
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Rubia Padilha
Quarta-feira, Março 24
bagunça interna
Confusa! Esta palavrinha esclarece perfeitamente um estado de espírito. Este tumulto talvez não tenha nenhum motivo aparente, mas, por outro lado, esses estados de agitação sempre tem motivos. Talvez seja ansiedade provocada pela indefinição total do que acontecerá agora em minha vida, recomeço. Não sei, busco respostas, mas apenas encontro uma gama variada de opções que me deixam paralisada diante delas. O que eu faço?
Há uma bagunça interna que não consigo arrumar. Eu estou diante dela com a vassoura na mão e diante da decisão, o que eu jogo para fora? Talvez seja mais adequando perguntar, o que eu guardo. E ando, ando em volta desta desarrumação que está no quarto meu; ando, ando e não consigo ordenar essas coisas. Acredito que elas irão me fazer falta, mas eu tenho a impressão que tenho que deixá-las porque senão ficarei no mesmo lugar, rodando por um quarto bagunçado.
Hesitante corro e me tranco junto com essas coisas que são tão queridas. Elas fazem parte do que fui e separar-me está custando muito. Custando meu sono, minha sanidade mental, sacrifício, lágrimas e, principalmente, tempo. E, se eu jogasse tudo num saco e guardasse no armário. Porém o armário também está cheio, para fazer isso terei que me livrar dessas outras coisas, muito mais antigas, que nem me servem mais, quero que elas continuem no mesmo lugar. Nada continua no mesmo lugar. Se até as galáxias não param quietas quem dirá este quarto.
O que eu faço? Dê-me a resposta que prometo seguí-la, sem perguntas. Esta? Não pode ser outra? Esta é estapafúrdia! Eu não posso me desfazer de tudo. Guardar? Também não é uma boa idéia. Eu sei que tenho que guardar algumas coisas e jogar outras fora, mas o quê? Este é o cerne da questão. O que guardo e o que jogo fora.
Por que o mundo não pára alguns instantes, enquanto decido o que fazer? Bem que o tempo podia estacionar ali na esquina até a hora em que não tivesse porque jogar ou guardar, então a questão se resolveria magicamente. Enquanto não acontece, decido (ou talvez não), esperar mais um dia que a bagunça se arrume.
O texto é antigo, mas como todos nós aqui nos encontramos em uma bagunça externa ou interna (e eu estou atribulada esta semana para escrever) achei-o apropriado. Semana que vem prometo voltar com algo fresh. Até lá, um beijo.
O assunto é esse mesmo, pelo menos nessa semana. No dia da mulher o sr. blogger man tirou um dos poucos prazeres que temos na vida, que é o de passar alguma mensagem à todos vocês, cada uma com sua característica, ou cada um com seu estilo, como no caso do nosso único homem do pedaço. Não sou uma expert com as palavras, mas gosto de me expressar e espero que em algum desses posts vocês tenham gostado de algum tópico. Assim como vocês, nós as capricornianas possuímos diferentes maneiras de nos comunicarmos e de sentirmos, sofremos influências de astros e lua, como disse a Rúbia em seu post gostamos de guardar nossos textos, mas também sabemos dar a volta por cima e praticamente não nos importaríamos em recomeçar, pois a alma capricorniana é valente (xiii exagerei? :) ).
Estou muito feliz em estar de volta aqui no nosso cantinho, espero que todos se aconcheguem e sintam-se a vontade até para malhar ;-)
Bom estar com vocês, brincar com vocês, deixar correr solto o que a gente quiser...
E o Ina informou:
Acabei de constatar que a Globo.com deu um jeito de brecar aquela gambiarra para destravar blogs na Globlogger. Agora acabou a festa: quem desbloqueou seu blog conseguiu, que não conseguiu se estrumbicou de vez... :P
FUI
Sobreviveremos...
Aí vai uma música forte para o momento:
Diana Ross - I will survive
At first I was afraid, I was petrified
Kept thinkin' I could never live without you by my side
Then I spent so many nights thinking how you did me wrong
And I grew strong
And I learned how to get along
And so you're back from outer space
I just walked in to find you here, with that sad look upon your face
I should have changed that stupid lock
I should have made you leave your key
If I had known for just one second you'd be back to bother me
Go on now, go walk out the door
Just turn around now
'Coz you're not welcome anymore
Weren't you the one who tried to break me with goodbye?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?
Oh no not I, I will survive
For as long as I know how to love, I know I'll stay alive
I've got all my life to live
And I've got all my love to give
I'll survive
I will survive
Hey hey
(I, I will survive)
Hey hey
(I, I will survive)
Every day
(I, I will survive)
Oh yeah
Continua, é grande demais *rs
Uma vela contra a violência:
Teimado por:
Suely
Sábado, Março 20
Me desculpem! Atrasadamente me apresento. E tenho muito pouco a dizer porque minha cabeça anda muito mais rápida que minha fala ou meu texto. Preciso deixá-la relaxar para poder me expressar melhor. Venho apenas dizer que estamos voltando aos poucos como cabras montanhesas que seguem rumo ao topo. Vislumbramos tempos melhores, horizontes promissores e queremos acreditar nos valores embutidos dentro da humanidade, queremos ser felizes, queremos amar e ser amados; queremos a mágica troca da vida que faz ter sentido a existência do outro...
Guilherme, Dati, Fabiana... por favor apareçam para que o time possa jogar + feliz! :)
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CoRa
Quinta-feira, Março 18
Assalto
Fomos assaltadas... O CapriCorner foi assaltado... Nos roubaram as palavras e a chance de crescer e ser mais... Tentaram levar as minúncias de tudo que fomos e escrevemos aqui... Deixaram uma bagunça tudo que pra mim, ao menos, precisava (sabe quando precisamos de algo no sentido mais profundo da palavra?) ser ultra organizado... Agora estamos aqui... Cheios de receios... Salvando tudo o que restou... Tentando nos reerguer... Somos capricornianos... Nos apegamos a detalhes e gostamos de carregar caixas e caixas de escritas pra onde vamos... Gostamos de lembranças... E tentaram nos roubar isso... Mas como bons capricornianos, fomos atrás de tudo com garra... Tentamos trocentas e vinte e quinze estratégias pra que tudo voltasse a ser como antes... E como disse a caprisister Dulce, estamos felizes por estarmos conseguindo pegar todas as nossas coisinhas de volta... Se iremos pra outro lugar? Com quase toda a certeza... O medo, ao menos em mim, não me permite ficar onde não me sinta em casa, não me sinta como da família, não sinta que existe o mínimo de respeito pelo que é meu... Minha casa, minha querida casa, onde explodo meus problemas, onde grito e berro, onde choro e amo, já está com o caminhão na porta, por que também vou mudar... E como disse lá, quem sai perdendo é esse cara que nos emprestou um dos seus tantos cômodos pra que fosse feito aqui o que quiséssemos, pra expormos o melhor e o pior de nós... Acreditávamos que ele fosse inteligente o suficiente pra persistir com o que fosse bom, pra querer arte, poesia, pensamentos autênticos em volta dele, mas acho que ele resolveu mudar de idéia, por que no final, tenho certeza, ele implodirá todas as casas que ele alugava e ficará sozinho... E como é triste ficar sozinho...
...
Então é isso... "...Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia...", mas pode ser melhor... E nós estamos sempre buscando o melhor... Pois somos capricornianos... ;-)
Beijos e abraços a todos e até semana que vem, se eu puder estar aqui...
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Rubia Padilha
Quarta-feira, Março 17
voltamos no mesmo bat-canal!
Estava dormindo por isso demorei a aparecer. "Desculpas, desculpas," ouço alguém dizendo. Juro, o culpado foi o blogger que nos bloqueou e, nós capricornianos, estamos nos restabilizando. No meu caso uma semana foi suficiente para perder minha habilidade não-tão-existente de escrever. Faço o esforço com palavras incertas e trêmulas. Ajunto-as com dificuldade, elas não fazem o menor sentido.
Voltamos! Voltamos! Que felicidade! Corro para anunciar a nossa volta. Quem disse que capricorniano é insensível não viu nosso estado emocional nestes dias. Porém como bons capricornianos levantamos a poeira e duma forma razoavelmente organizada fomos a procura de resoluções. Não esperem que depois disso sejamos objetivos. Acabou-se a objetividade, hoje é apenas palavras soltas, desconexas.
É que as idéias chegam sem organização e eu prometi me organizar e escrever hoje. Escrevo hoje, sem organização. Sobre o que estou falando? É que estou tagarela, o problema é da felicidade. Por que? Este blog voltou!
Somente para mantê-los informados, estamos todos bem. Ahhh... estou tagarela, mas isso já falei. Estou num estado sonâmbulo, não tenho a mínima idéia do que estou falando. E quando o amanhã chegar e ler o que aqui escrevi, verei que foi uma péssima maneira de recomeçar. Problema? Ahhh... este blog voltou! Por enquanto no mesmo canal, não sei até quando. Porém voltou... Êta felicidade!
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Dulce
Segunda-feira, Março 15
HOJE É O DIA DE A DATI POSTAR... mas na verdade estivemos todos desabilitados
por uma semana e estamos voltando aos poucos
se for possível, ela irá comparecer com seu post
semanal... Por enquanto pedimos paciência e
agradecemos aos amigos do Capri Corner pela
compreensão!
Ser mulher é ser capaz, voraz e audaz. Ser mulher é ser leoa, mas que pode ficar a toa e seguir na boa. Ser mulher é ser sempre uterina, muito feminina que as vezes desatina. Ser mulher é buscar a melhor solução, sentir cada batida do coração, ouvir uma canção e dançar perdendo a noção. Ser mulher é amar e ser amada, Cuidar e ser cuidada, tocar e ser tocada. Ser mulher não é ser mais, É apenas bom demais!"
Homenagem do SÍNDICO do ALBERGUE MENTAL. As mulheres do capricorner e leitoras agradecem.
Primeiramente desculpa a minha ausência, mas não tive outra solução senão formatar todo o meu aparato eletrônico, a vulga CPU. Estava muita carregada, cheia de arquivos inúteis que eu não estava disposta de pincelar e deletar uma a uma. Sou meio trágica quando algo me incomoda, às vezes sou intempestiva e quero arrancar logo o mal que me aflige. Desconte aqui toda sua ira, recebi esse por e_mail, genial né?
Falando nisso, essa semana foi aquela típica em que tudo dá errado, ainda bem que existe a palavra "inferno astral" porque foi nela que descarreguei toda a minha ira interna. Não sei se isso é coisa de capricorniana, mas quando me sinto impotente, o sangue vai subindo de uma maneira que a vontade que dá é de sair detonando, seja nas palavras ou descontando nos pobres dos objetos inanimados. Se não contasse com meu bondoso irmão para corrigir umas falhas no pc, naturalmente já teria explodido. Acredito que alguém de fora consegue enxergar o problema de forma mais amena e solucionar melhor.
Cora, agradeço seu post dedicado à mim, obrigada por preencher a lacuna. E vocês como estão de ano novo?
Hoje choveu, e claro estava sem guarda-chuva, seria cômico se não fosse trágico *rs
Lei de Murph
Quase nunca chove quando você está em casa embaixo das cobertas.
Enfim uma notícia excelente na blogsfera, aniversário da nossa querida Magaly do "eu pensando" (http://www.happyblogday.blogger.com.br/), vamos lá comer um pedaço de bolo?
Minha filhinha faz dia 9, também pisciana.
Teimado por:
Suely
Sábado, Março 6
Lua
Uma das melhores coisas da vida noturna é poder acompanhar de perto (e não por folhinhas cheias de propaganda) o nascimento, crescimento, ápice e morte da Lua. São poucos aqueles que percebem a importância desse satélite na vida, mas muitos são os pontos nos quais ele influi. Regulando o tempo fértil da mulher, marcando com dia e hora o tempo das colheitas no campo, aumentando e diminuindo as marés no litoral e criando um clima doce e romântico em qualquer lugar da Terra. Essa noite, em especial, cria um clima ainda mais belo, noite de Esbat, primeira noite de Lua cheia. Os antigos festejavam essa noite com muito vinho, alegria, amor e beijo na boca... Então, voltemos aos tempos antigos e nos deixemos influenciar pela força da Lua que brilha no alto do céu...
Teimado por:
G.H.
Sexta-feira, Março 5
Resgate de mim...
Coisa muito importante na vida da gente é, com o passar do tempo, entender que "ser completo" independe de alguém que não nós mesmos. Alguns se dão melhor com a individualidade, outros não. Mas é preciso sempre resguardá-la enquanto essência, porque um dia, se nos virmos sós, por circunstâncias alheias à nossa vontade (viagens, separações, perdas dos pais, etc...) estaremos inteiros e com capacidade para seguir a vida e suplantar "a falta do outro". Manter essa individualidade, não quer dizer, de jeito nenhum, ser egoísta... Se convivemos com alguém em casa, se trabalhamos em conjunto, se moramos em pequenas vilas, ou em apartamentos que nos separam apenas por uma parede do vizinho mais próximo, sabemos bem que não podemos viver a todo momento a plenitude do nosso EU. Aprendemos a ter limites (o que é necessário), nos dispomos a nos adaptar, a ceder e muitas vezes conter o nosso jeito de ser para estarmos bem com o próximo. Faz parte e é maduro. Mas não podemos perder de vista, nesse convívio, nossos anseios mais profundos, nossos valores, as coisas que mais nos comovem, as que mais nos animam, as que nos ligam a Deus... E daí o exercício mais fundamental da vida: sermos nos mesmos e respeitarmos o outro tal qual ele é. Não é preciso manter distância. É preciso apenas não NOS perder de vista no meio desse turbilhão de adaptações necessárias. Um exemplo básico: se gostamos de dançar e nosso parceiro não, não podemos forçá-lo a ter aulas de dança, mas não devemos esquecer os passos que o ritmo nos ensinou. Nem que dancemos na chuva, no corredor, em frente ao espelho, ou que esperemos que ele tenha um jogo de poker com os amigos para irmos dançar com quem gosta. Assim a vida fica mais gostosa. É tudo questão de jogo de cintura e de respeito ao nosso eu. Às vezes algumas relações nos sufocam tanto que esquecemos o que é vital para a NOSSA alegria, acabamos encampando a satisfação do outro como a nossa própria e isso pode significar, perdermo-nos de nós mesmos. Quem sente que tem perdido isso, que recupere, porque é vital. Com o OUTRO devemos somar, dividir e multiplicar... subtrair nossa essência, nunca.
Teimado por:
CoRa
Quinta-feira, Março 4
Passando por aqui...
Roda Gigante
"Há um vulcão dentro de mim
Algo que me faz ficar quente
E também fria
Há um elevador aqui dentro
Ele sobe e desce
E também vai para os lados
Eu grito, eu choro
O medo de altura me deixa tonta
O reflexo do espelho me faz cega
Há um vucão dentro de mim
A larva escorre pelo meu rosto
Explode meu coração
Minha vida é uma roda gigante
As emoções me atormentam
E eu perco o medo de estar lá em cima"
(Rúbia Padilha - 02/07/03)
Sobre...
Nunca pensei que a diferença de local para dormir, acordar, comer, enfim, passar o dia, fosse mexer tanto comigo... Essa poesia foi escrita há algum tempo em algum momento que eu estava triste (se eu não me engano), entretanto, ela hoje é traduzida para mim de uma outra forma... Sou eu diante das novidades... Sou eu num lugar desconhecido... Algo que no meu eu me faz ter medo no início, mas que depois se torna natural... Com a mudança dessa semana (saimos do nosso "Castelo Cor de Rosa"), eu vi que ainda tenho muito a conhecer dentro de mim e que tenho medo do inesperado, mas que esse é passageiro... Há um vulcão dentro de mim sempre pronto a vir à tona...
Aproveitando...
Devido à mudança e à "rapidez" da telefônica em vir instalar o nosso speedy, eu não pude postar, mas pedi pro Di fazer isso para mim... Essa poesia foi a minha salvação admito, por estar eu ainda entre minhas bagunças e caixas e armários, mas semana que vem devo voltar... :-) A todos um ótimo final de semana e muita paz, desse mesmo tipo que tenho aqui dentro de mim... ;-)
Teimado por:
Rubia Padilha
Quarta-feira, Março 3
o futuro tem hora pra começar: agora
Nós, capricornianos, temos Saturno como regente que foi, segundo a mitologia, quem organizou o mundo em uma ordem temporal. Antes, para que qualquer coisa viesse a existir, bastava um pensamento criativo de Urano e pronto, a existência se fazia. Depois de Saturno, filho de Gaia (terra), tudo teria de passar por um processo de nascimento físico, e consequente crescimento, envelhecimento e morte. Todo o universo também estaria sujeito a condição limitada do espaço-tempo imposta por Cronos.
Não é à toa que capricornianos são organizados e exigentes com o tempo. Alguns podem até aparentar certa despreocupação em ver o tempo passar, mas a maioria entrará em desespero com a proximidade dum futuro incerto, sem objetivos, sem rumo. Capricornianos gostam de rumo, mesmo que para muitos parecemos estar caminhando para lugar algum.
O futuro, talvez para maioria, pode ser assim... futuro apenas. Para mim tem que ter data pra começar. Neste momento estou ansiosa para saber quando voltarei. Sei que é em junho, mas falta apenas uma data exata que necessito para organizar-me. Não as coisas, não a vida, mas a mim mesma. Organização interna provocada pelo tempo, nós sabemos disso.
Enquanto não sei o que será do meu futuro, ou melhor, quando ele começará, vou tentando passar os duas fingindo que não ter rumo é bom. Sou livre como um passarinho! O que farei desta liberdade? Na verdade o rumo já tracei, sabe agora quando acontecerá.
O capricorniano parece mais sisudo do que é. Parece menos sensível e emotivo do que realmente é. Em geral é reservado. E essa reserva não significa ser calado, distante, inacessível... Muitas vezes com parte do seu universo interno trancafiado, ele se veste de uma simpatia absoluta, uma rica expressão no falar, no escrever... Ele se relaciona bem, em geral, mas nem sempre deixa transparecer seus temores, suas feridas, suas dores que podem parecer intediantes aos demais. Então por vezes ele só mostra o que acredita que os outros possam entender ou queiram ver. Medo de rejeição? Talvez, um pouco... Talvez o receio de ser mal interpretado e depois não saber como corrigir isso. Por isso, em situações extremas, ele pode ser ligeiramente agressivo e tosco, ou simplesmente se esconder, feito uma ostra. Daí quando a gente vê capri-brothers sumidos por um tempo, a gente estranha e se preocupa se esse tempo se prolonga... Estou aqui fora do meu dia de postar, que é sexta-feira, para por um lado tentar animar quem tem estado ausente a reaparecer... E por outro, pra chamá-los para o meu, o nosso abraço. Tudo que é triste diminui quando é dividido e quando é alegria, ela se multiplica, ao sabermos dividir. Uma ausência dói, quando a gente quer bem. Hibernar, às vezes é necessário, mas sair da hibernação é voltar à luz. Aos que andam desaparecidos... please, apareçam, antes que o jantar esfrie... ;o)