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O mito e a imagem

Capricórnio simbolicamente está associado à subida da vida lenta e infatigável em direção aos picos da realização espiritual. A subida ao topo da montanha. Ele é lento, paciente e prudente nesta subida. O mito da cabra, símbolo da vitalidade, do animal que dá o leite e que alimenta, é a natureza que tudo dá em abundância. Por sua natureza animal, é persistente, suporta as florestas e não costuma desistir antes de atingir seus objetivos. A figura mitológica meio bode, meio peixe, simboliza o ambiente interior, marinho, sereno, que se fortalece e se exterioriza no ambiente das montanhas. É o encontro da profundidade com a altura, simbolizando a perseverante subida em direção à Luz.
(baseado em texto de Ângela Brainer)





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Domingo, Fevereiro 29



Em ano bissexto, Suely é premiada

Como não pode estar aqui pessoalmente... pinçamos do seu Paz na Terra, lá em maio de 2002, esta citação tão oportuna:

"A Vida não é um corredor reto e tranqüilo que
nós percorremos livres e sem empecilhos,
mas um labirinto de passagens,
pelas quais nós devemos procurar nosso caminho,
perdidos e confusos, de vez em quando presos
em um beco sem saída.

Porém, se tivermos fé,
uma porta sempre será aberta para nós,
não talvez aquela sobre a qual nós mesmos
nunca pensamos, mas aquela que definitivamente
se revelará boa para nós."
A.J. Cronin

Teimado por: CoRa





Sábado, Fevereiro 28





O texto vem em forma de imagem...
e daquilo que eu desejo a todos nós
de todos os signos...



Equilíbrio. Só isso.

Teimado por: CoRa










Qualidade tem cinco S

Como bons capricornianos, desejamos sempre as coisas nos seus devidos lugares, mas às vezes temos a nítida sensação de que vamos soçobrar ao caos que nós próprios criamos ao nosso redor. Vivemos num angustiante círculo vicioso alimentado por dúvidas recorrentes e nada existenciais, do tipo: cadê o comprovante de pagamento da conta de luz? Será que as crianças esconderam as chaves do carro? Onde guardei os recibos para anexar ao Imposto de Renda?
No trabalho o calvário se repete. Você tenta achar um telefone anotado num pedaço qualquer de papel. Seu colega sai de férias e leva junto, no carro, a pasta com os dados da obra de engenharia que ambos estão supervisionando.
Se você já passou por alguma dessas situações, precisa, com urgência, implantar no seu cotidiano o programa de qualidade cinco S, criado pelos administradores japoneses. São cinco palavras iniciadas pela letra S (seiri, seiton, seiso, seiketsu, e shitsuke ou, respectivamente, senso de utilização, de ordenação, de limpeza, de conservação e de autodisciplina), que resumem procedimentos óbvios - e aparentemente simples aos olhos ocidentais ¿ para impor e manter a ordem e a eficiência.
Na prática, os japoneses perceberam que um conjunto de normas em favor da organização melhora, sensivelmente, a qualidade da vida diária. O conceito e a utilização do programa cinco S podem ser assim resumidos:

1. Seiri (Senso de Utilização)

Consiste em separar o útil do desnecessário . E, depois, o desnecessário descartável ¿ que deve ir imediatamente para o lixo ¿ do desnecessário útil.
Em Casa - as roupas que você não usa mais (desnecessárias), se forem velhas (inúteis) podem virar panos de chão. As outras (úteis) podem ser doadas para uma instituição de caridade.
No Trabalho - documentos com informações ultrapassadas devem ir para o lixo. Ferramentas inúteis pra você podem interessar a um colega.

2. Seiton (Senso de Ordenação)

Consiste em ordenar e classificar os objetos necessários, de modo que possam ser facilmente localizados. Cada coisa ganha um local definido, com sinalização acessível a todos que a manipulam.
Em Casa - o guarda-roupas deve ter gavetas específicas para lingerie e meias, por exemplo. Os congelados vão para o freezer com etiquetas. Contas pagas devem ganhar pastas e classificação mensal, assim como os recibos de médicos, escola e dentistas para o Imposto de Renda. A ida ao supermercado deve ser precedida por uma lista.
No Trabalho - objetos de uso diário devem estar o mais próximo possível e em locais de fácil acesso. Os de utilização menos freqüente devem ser arquivados num armário. Documentos consultados a cada trimestre, por exemplo, podem ser guardados em outra sala, mas devem ser identificados com clareza para facilitar a sua localização. Sinalização visual simples, bem-definida e arejada evita acidentes e ajuda os funcionários a circularem com mais agilidade e rapidez nas áreas internas da empresa.

3. Seiso (Senso de Limpeza)

Depois de nos livrar do desnecessário e colocar em ordem o necessário, o próximo passo é cuidar da aparência e da limpeza das coisas. Essas providências trazem bem-estar às pessoas e ao ambiente.
Em Casa - não há nada mais desagradável do que uma pia cheia de louças ou um carro atolado de jornais ou papéis inúteis. A limpeza funciona como uma recompensa, um benefício, algo que nos dê satisfação.
No Trabalho - mesas e instrumentos de trabalho devem ser guardados e limpos no final da tarde, para que se possa começar sem agitação o dia seguinte.

4.Seiketsu (Senso de Conservação)

Todos devem colaborar para manter as condições obtidas com os três primeiros Ss. Será necessário uma mudança de comportamento dos funcionários e dos membros da família, de maneira que todos se comprometam a seguir as regras e procedimentos do programa.
Em Casa - devemos manter o hábito de, periodicamente, nos livrar de inutilidades que vão enchendo gavetas, armários e outros recantos da casa. Da mesma forma, guardar as coisas nos devidos lugares evita preocupações e gastos desnecessários. Não adianta definir um local para a chave do carro e abrir uma pasta para a conta do telefone se continuamos a largar tudo em qualquer canto. A desorganização pode fazer com que tenhamos de ir de táxi para o trabalho e de pagar novamente aquela conta perdida.
No Trabalho - devemos, diariamente ou semanalmente, descartar documentos desnecessários e devolver para o arquivo o material que retirarmos dele. O exemplo de manutenção dos três Ss deve ser dado pelos chefes. Além de manter em ordem suas mesas e salas, devem incentivar os subordinados, valorizando o tempo gasto com a arrumação, a classificação e a limpeza do se departamento.

5. Shitsuke (Senso de Autodisciplina)

Trata-se de um estado de espírito permanente do qual devem estar imbuídos os envolvidos no programa. Já convencidos das vantagens dos quatro Ss, funcionários e membros da família passam a cumprir naturalmente as normas estabelecidas, sem necessidade de cobrança. O programa estará plenamente incorporado quando começarem surgir iniciativas espontâneas de melhoria da organização.
Em Casa - as crianças admitem que é muito bom encontrar, sempre, o que procuram. Você deixa de comprar aquele perfume caríssimo no free-shop, porque sabe que tem um igual, sabe onde está guardado e não precisa de uma duplicata ocupando espaço no seu armário.
No Trabalho - ninguém mais reclama que está perdendo tempo para manter as coisas funcionando. A administração contínua do programa gera a satisfação de bem-estar que se consegue quando um trabalho flui sem entraves ou atraso.


Teimado por: G.H.





Quinta-feira, Fevereiro 26



Mudanças...

E como toda a boa capricorniana (com ascendente em libra) que sou vivo as mudanças sem dor e desejando que tudo se adapte o mais rápido possível... Em todos meus dias acordo procurando o novo pra que esse não me assuste e não me pegue desprecavida... Às mudanças bruscas dou a minha paz interior pra conseguir combatê-las e mostrar quem realmente manda... Não sou de esperá-las, ao contrário, vou atrás delas pra poder sempre viver diferente... Monotonia é uma palavra que dificilmente tem vida na minha vida... O novo me fascina e a grandeza das coisas me faz desejar sempre mais e mais... O saber e a capacidade de fazer tudo ficar nas minhas mãos é algo que me faz sentir mulher maravilha... Gosto de ter minha vida em minhas mãos e conseguir dominá-la...
Há quase um ano me mudei pra Campinas (sim, quase todos conhecem essa história já) por querer viver algo que me fazia feliz... Muitos me chamaram de louca, outros tanto de determinada, eu me auto denominei de forte, embora fraca... Sabia que sofreria com a distância enorme que existe entre eu e minha família, mas tinha a certeza de que era isso que eu queria... Vim e não me arrependi por nenhum segundo, por mais que algumas vezes tivesse pensado em arrepender... Há uma semana e 4 dias eu me casei na Igreja (e cartório) e fiquei em frente uma grande mudança na minha vida... Foi como se todas as possíveis incertezas que tive nesse quase um ano não pudessem mais existir... Foi a certeza de que eu mando na minha vida e em mim e nos meus sentimentos e será sempre assim, entretanto, agora (como todos esses fatos que existiram) não dirijo mais minha vida por mim mesma, embora já não fizesse isso (com tanta frequência)... Hoje, agora, tenho um destino que pra mim não é brincadeira e por não ser brincadeira me sinto responsável de transformá-lo no melhor caminho que já possa ter tomado...
Bom, a CoRa, minha CapriSister querida, usou uma frase que tomou vida aos meus olhos desde que vim morar aqui, mas que agora toma "maior idade": "Capricorniano quando ama, casa!" e foi isso que eu fiz no dia 26.03.03 e refiz no dia 14.02.04, por que não tinha como ser diferente... Foi pra isso que dirigi minha vida até encontrar quem pudesse dividir comigo a direção... :-)

Beijos a todos... Espero semana que vem estar novamente aqui... :-)

Aos interessados em maiores detalhes, eis as provas do acontecimento aqui!

Teimado por: Rubia Padilha





Quarta-feira, Fevereiro 25



O Carnaval e Minha Brasilidade


Quarta-feira de cinza chegou, acabou a folia. Pelo menos em lugares normais porque sempre há algum lugar onde o folião pode pular, sambar ou seja lá o que quiser. Nunca fui foliã, nunca fui fã de carnaval, mas sempre gostei da data (feriadinhos são muito bem-vindo). Porém este ano a data passaria em branco se não fosse o desaparecimentos de emails e amigos na rede.

Já fingi que o carnaval não existia e aproveitei a data para ver todos aqueles filmes nos cinemas vazios na pré-temporada Oscar, ou pegar um monte de vídeo pra ver em casa, ou passar na livraria e comprar um monte de livros, ou ligar a noite no desfile das escolas de samba. Já fiz de tudo. Diferente é quando a data não existe e não passa dum detalhe em conversas com amigos distantes. Falta parte de você.

Mesmo que não gostasse de sambar, de foliar, existia o feriado. Não existindo pergunto mesmo se existo. Pergunto onde está minha brasilidade, será que a perderei de tanto caminhar por aí? Já nasci sem gostar de carnaval, sem a sociabilidade brasileira, daqui a pouco virarei um extra-terrestre, de onde sou?

Mas do que falo? É que ultimamente estou preocupada com estas pequenas coisas, como burocraticamente perder a nacionalidade brasileira. Se for confrontada com a escolha, o que farei? Mas como perdemos a nacionalidade brasileira na vida se passamos a nossa vivendo, sendo brasileiro. Será que me acusarão de não gostar de carnaval?

Deixemos de escapar pela tangente e falemos do carnaval e da falta dele. Juro que senti falta. Não significa que a partir de agora desfilarei em uma escola de samba, irei pular nos blocos. Significa apenas isso, a existência do carnaval no meu calendário faz parte da minha alma. Nem que o aproveite para sumir e pensar na vida. Eu só queria um feriadinho longo agora.

Teimado por: Dulce





Domingo, Fevereiro 22




Eu só queria entender.

Duas coisas me revoltam, uma é conta telefônica, outra é um hemograma. Indignados? Eu também fico quando olho para os dois sem entender quase nada, a conta telefônica é menos complexa, porque você entende pelo menos os números que estão ali, menos aqueles que você paga. Agora o hemograma é de lascar, você olha para ele e fica boiando na maionese, se você está dentro dos paramêtros de percentual e medidas tudo certo, agora se algum número estiver acima daquele que eles consideram a média, você enlouquece! Puxa, estou doente, o que faço? Tenho mais 1% de Eosinofilos, que diacho é isso?
Aí, você que não é nada curioso, vasculha a internet atrás de informações, então descobre que existe uma doença com o mesmo nome: Eosinofilos. E agora? Tem a ver ou não? Você analisa, bom, tem relação com tecidos mas pode também ser uma alergia ou mesmo um parasita. Parasita? Como assim? Aí você viaja. Olhando mais você descobre que está no limite do percentual máximo de leucócitos, mas isso não é células brancas? Ai meu Deus, agora imagino que devo estar com alguma infecção. Tumor? Ah, exagero. Olhando mais uma vez você percebe que sua leucocitometria está bem próxima do mínimo, o que pode ser isso? Estou com baixa de glóbulos brancos? Agora sim, só me faltava essa.
Bom, pelo menos estou dentro da média de "mm/3". Então você verifica 0% de Blastos, se o valor dele é 0% então pelo menos esse está dentro da normalidade *rs
Visualizando o colesterol você vê lá, ideal menor que 200, e você está na boca do gol com 189, então tem que reduzir, ou está dentro do mínimo aceitável? Incógnita!
Para você ficar contente eles colocam o exame parasitológico no final da página, sim, agora você fica muito satisfeita, pois pelo menos vermes você não tem, você não né? EU.
Para completar o pessoal ainda diz: Deixa isso com o médico, você é médica por acaso? *rs


O SANGUE E SEUS CONSTITUINTES: http://www.hemonline.com.br/san

Pessoal, este é o post da nossa querida SUELY que devido a folia de carnaval pediu-me para postar. A todos os foliões, e para ela, um bom carnaval e beijos a todos.

Teimado por: Dulce





Sábado, Fevereiro 21





Animal (Ir)racional

O homem primitivo não possuía Q.I. comparável ao nosso. Não tinha o que hoje chamamos de inteligência. Não o chamaríamos de racional se ainda andasse pelas ruas.

O homem primitivo deveria ser louco. Não andava atrás de dinheiro. Talvez, porque ele ainda não o tinha inventado.

O homem primitivo não explorava a natureza. Tirava dela apenas o necessário para o seu sustento. Não buscava lucros, apenas se alimentava e vivia sob as tais cavernas.

O homem primitivo não mentia, não era falso nem magoava ninguém. Talvez porque ele nada falasse. Ou, simplesmente, porque soltava certos grunhidos sem sentido.

O homem primitivo... Ou o homem atual? Qual dos dois tanto chamam de animal racional?

Teimado por: G.H.





Sexta-feira, Fevereiro 20



E LÁ VEM O CARNAVAL

Gosto de festas. Festas íntimas. Onde se pode beber um bocadinho a mais porque se está entre amigos. Ou festas agitadas, onde a gente sabe que vai gastar todas as calorias da semana dançando até de madrugada, mas nesse caso, nada de bebida, se eu estiver ao volante... Capricornianas em geral são ajuizadas, ainda mais depois que amadurecem. Eu sempre fui mais doidinha do que a média, mas dei pra ser mais responsável de uns tempos pra cá. Agora... Carnaval... hmmm ... deste eu sempre fugi. Nunca me sintonizei muito bem com a energia carnavalesca. Pra não mentir, acho que em um único carnaval eu fui literalmente pras ruas, há dois anos, quando me apaixonei pelo marcatu - ritmo delicioso. Gostei, durante o tempo que consegui dançar sem me sentir empurrada por uma multidão. Depois, aquela vontade de voltar pra casa... Dançar sempre foi terapêutico pra mim. Mas preciso de espaço. Na falta de um parceiro, eu fecho os olhos e me deixo tocar pelo ritmo, como se ele me levasse. Viajo nos sons, nos ritmos, na música que imanta os meus movimentos; me deixo ser sua refém. Abro asas, flutuo, requebro, rodopio... e quando a música acaba, reclamo... Acordo do transe... quero mais. Neste carnaval terei uma música diferente, um lugar diferente e não sei como será... Mas parto torcendo para que haja espaço para dançar e muito ar-livre para soltar o meu grito entalado desde outros carnavais. Bom descanso, a quem prefere. Boa farra, pra quem gosta. E bom auto-encontro pra quem se perdeu na avenida e precisa re-encontrar o ritmo próprio do seu bloco! Amem em excesso e bebam com moderação Inté!

Teimado por: CoRa





Quinta-feira, Fevereiro 19



Capricorniano quando ama, casa!

Na verdade, hoje é o dia da nossa querida Rúbia postar, mas como já é quase carnaval, ela está em plena lua-de-mel e com todos os motivos do mundo talvez tenha se esquecido de passar por aqui para nos jogar o buquê... (rs) tomei a liberdade de invadir seu espaço pra lembrá-los que com capricorniano é assim: quando a gente ama, a gente casa e quer casa! Tem coisa melhor? A Rúbia e o Di devem estar cuidando disso... Da nova casa, do novo momento e da celebração que a gente tem uma pequena amostra inicial nesta foto publicada no seu blog... Felicidades aos que se amam e se unem 4 EVER!


Teimado por: CoRa





Terça-feira, Fevereiro 17



eus iii


Feliz, era isso o que era? Porque naquele momento podia até patinar por entre as nuvens e não tinha nenhum motivo além de que sabia. Não sabia o quê sabia, mas sabia. Era um tipo de conhecimento de vida silencioso juntado aos poucos de coisas catadas ao chão. Descobriu. O quê? Percebia que tinha descoberto, misteriosa aventureira, inteligente, mais rápida e veloz que a esfinge. E era um prêmio ver o mostro indo embora, acuado, de rabo entre as pernas. Tinha ele rabo?

Respira, liga a tv e vê mulheres falando de problemas. Uma certa superioridade por estar acima daquilo tudo, pelo menos por enquanto. Parece que sua expressão adquire um ar misterioso, ingênuo e sonso. Ela desliga a tv. Problemas, problemas. Egoisticamente se livra de todos, era uma pessoa feliz. Pessoas neste estado não olhavam para os lados. Não que a felicidade fosse contrária a generosidade, mas esta felicidade era. Total, ápice, cume, daquelas que a fazia transbordar. Quem pode observar a casa alheia quando a sua transborda?

Suspira o máximo. Tudo aproveitado. As estrelas do céu, algumas encobertas pelas nuvens de fim de outono, ventinho frio, casaquinho. Usar casaquinho (!) e ter o rosto sem suor. Queria aprender a patinar, dançar na ponta dos pés. Hoje sabia fazer todas estas coisas. Respira de olhos fechados concentrando-se. Deixa para amanhã, hoje prefere sentir o ar gelado avermelhando suas bochechas. Sorri mais uma vez. Abraça-se e começa a andar pela pequena varanda.

Vê o seu reflexo, lindo. Hoje sente-se a mais bonita das mulheres com jeito de deusa renascentista. Queria sair para poder colocar uma roupa linda - porque se preocuparia com isso hoje - e ser vista. Ficaria em casa porque somente em companhia dela é que prolongaria este prazer de saber. Talvez achasse lixos que se encaixariam aqueles achados anteriormente e traria mais. Podia alguém ser mais feliz? Ela nunca o fora. Pára, diz-se porque a qualquer momento explodiria.

Teimado por: Dulce








Depois dizem que gatos são mal educados...



enviada por =^..^=Fabiana=^..^=


Teimado por: CoRa











Caminho da Pressa



Vou em frente sem demora
Passo a frente, chega a hora
Em linha reta não entorta
Vou partir, vou vida a fora.

Vou cantando, vou sorrindo
Anoiteceu, estou dormindo.
Falta pouco, estou subindo
Neste trem que está partindo.

Estou sem tempo e atrasada
Cheguei agora...apressada.
Deixo beijos na estrada
no caminho e na moçada.

por Dati



Teimado por: CoRa





Domingo, Fevereiro 15



Desculpe pessoal, não consegui acessar aqui antes.


De olho no futuro.

Quando estudante costumava assistir filmes na sessão da tarde, os que mais me atraía eram aqueles como o túnel do tempo, ou mesmo filmes futuristas.


Link: http://www.retrotv.com.br/especiais/artigos/moscato/tunel.html


Me fascinava a idéia de me imaginar teletransportando para outras épocas, pena que o seriado não deu continuidade.
Assisti uma vez um filme (não me recordo o nome), onde haviam várias pessoas no subsolo e através de um meio de transporte mais parecido com o trem do metrô que ia de um lugar para outro. Engraçado a cabeçinha de uma criança, existe aquela fantasia de querer estar na situação vista sem temor, e pensando se é realmente possível algum dia termos algo parecido no planeta terra.
É verdade essa história que o Brasil está atrasado 80 anos em tecnologia? Nossa, achei um exagero!


Link metro São Paulo: http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticias.asp

Atualmente acho tudo possível, não quero parecer uma idiota quando minha filha descobrir alguma invenção que julgava que não pudesse existir.
Outro dia me mostrou transportes aéreos (carros) na televisão como ficção, informei a ela que era possível no futuro, só que não poderia precisar quando.



As novas:

"...aviação comercial precisará de mais tempo para eliminar o piloto do que a aviação militar. Como os veículos não-pilotados existentes hoje não carregam seres humanos, eles não são projetados para ter grande confiabilidade - e têm o hábito de cair. O público, e as autoridades reguladoras, terão de ser convencidos de que os aviões não-pilotados são seguros.

Fabricantes de aviões comerciais vêem com restrições a idéia de remoção do piloto. Os aviões que eles estão projetando hoje para que entrem em operação até 2040 usam computadores para detectar e corrigir erros do piloto..."

Link: http://www.webtranspo.com.br/aereo_noticias2.asp?offset=0&Registro=2068

Aguardamos ansiosamente a concretização das grandes evoluções na medicina, uma delas a vacina contra o câncer.

EUA testam vacina contra o câncer de mama
"Pesquisadores norte-americanos testaram com sucesso uma vacina contra o câncer de mama...
Os responsáveis pelo projeto acreditam que em 5 anos a vacina possa estar no mercado."
Link.: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI204997-EI298,00.html

"Depois de cinco cirurgias para deter uma forma especialmente agressiva de câncer de mama, Patricia Thomas acha a espetadela que levou, numa pesquisa governamental, o procedimento mais simples que já teve de enfrentar. A espetadela, acima do joelho, foi uma vacina experimental extraída de partículas de uma proteína de tumor que, os pesquisadores esperam, vai evitar uma recaída na doença da mulher de 70 anos, de Arlington, Virgínia..."
Link.: http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2003/out/22/93.htm

Vamos levar isso a sério!


Teimado por: Suely





Sexta-feira, Fevereiro 13





BRUXAS...

Na vida de toda pessoa, há determinadas mulheres que se destacam em algum momento por algo especial que fizeram ou simplesmente por existirem. Essas mulheres poderiam, porque não?, serem chamadas de bruxas, obviamente não no sentido pejorativo da palavra, mas sim em sua essência, daquela mulher sábia com uma energia especial que a envolve.
Bruxa não é aquela velha com uma verruga na ponta do nariz que toda noite de Lua cheia voa com sua vassoura por aí (ao menos não literalmente), bruxa, é sim aquela mulher que de uma forma ou de outra nos enfeitiça: seja aquela linda mulher que nos conquista e nos envolve nos levando quase que "involuntariamente" à cama ou mesmo aquela primeira bruxa-mãe que nos criou com tanto amor e carinho, dando-nos chá de ervas ou remédios para curar os tantos machucados que insistíamos em fazer. Bruxa é também aquela velha senhora, avó, que fez questão de nos deseducar, nos mimando e nos dando aquele "excesso" de carinho que sempre precisávamos. Bruxa é aquela velha amiga que sempre sabe aquilo que estamos sentindo só de olhar-nos nos olhos ou mesmo de ouvir a nossa voz meio embargada pelo telefone. Bruxa é aquela mulher que acredita que Deus sorri e que também acredita ser uma Deusa, pois na verdade A é. E se é assim, quem nunca teve uma bruxa em sua vida? Ou mesmo qual mulher nunca foi bruxa uma vez sequer?
Se também existem bruxos? Sim, eu mesmo talvez chegue a ser um deles, mas isso não importa, pois as bruxas, como todas as mulheres, são superiores e como tais devem ser tratadas, afinal, saímos todos do ventre delas e foi o peito delas que "mordemos" quando bebês. E é por isso e por muito mais que deixo aqui, escrito e assinado, todo o meu eterno amor e veneração a todas as bruxas do mundo:
BRUXAS (e álias percebam que a magia já esta nesta frase) eu vos amo!

Teimado por: G.H.








Dos silêncios, das verdades, do amor e despedidas...



Muita gente estranhou. Alguns vieram me perguntar o porquê e eu sequer tive energia pra responder... O que aconteceu com a CoRa? Porquê foi se calando, se fechando... na penúltima sexta postou um texto inacabado... e na última sequer apareceu aqui no nosso Corner? Justo ela, tão cuidadosa, tão dedicada... O que houve com ela? Apaixonou-se e sumiu? Ganhou na loteria? Perdeu algum parente próximo?... Não. Nada disso. Eu vivia o fim de um grande amor. Se isso não é facil para ninguém, de qualquer signo, quanto mais pra uma capricorniana que foi se deixando render a uma paixão despertada há 3 anos e meio, bem aqui, na Internet, por um leonino encantador. Foi aos poucos deixando cair suas resistências, seus preconceitos, seus medos e se entregou de tal maneira que até duas semanas atrás era chamada por ele de "minha mulher" e assim se sentia... Que já amava os seus filhos de outro casamento, como seus próprios filhos. Que, por morar a 3 mil quilômetros de distância, gastava rios de dinheiro com ligações diárias. Que não sabia mais passar por nada muito triste ou extremamente agradável, sem correr ao celular para dividir com ele... Que teve durante esses anos, um retorno dele, "em média" equivalente... Aí vocês estranham... "EM MÉDIA"? Como Assim? Assim, que tivemos 5 sepações antes do fim que foi decretado há poucos dias, separações sempre reivindicadas por ele. No começo por me achar demais infantil emocionalmente (eu era mesmo, devo a ele o estímulo de ter ido fazer terapia), depois por me achar metida a "superior" (não era assim que eu sentia, mas ele dizia sentir assim), depois porque sua vida familiar andava complicada demais e ele achou que eu não resistiria aos problemas que o envolviam, depois porque em suas visitas a São Paulo achava que eu o "maltratava" e não o recebia condignamente como um marido que se despenca de sua terra pra vir me ver (ou muito trabalho, ou animais que estavam doentes, ou a família ou amigos que me "roubavam" a atenção e o carinho que deveria estar concentrado nele)... enfim, motivos dele para questionar a nossa relação e o amor que sentia por mim.
A cada briga, que virava "um tempo", eu corri atrás, mesmo quando não entendia bem os seus motivos, mesmo quando não concordava com eles, porque depois que a paixão virou amor, nunca mais tive dúvidas de que queria passar com esse mulato difícil, mas cheio de dengo, o resto da minha vida... Acontece que houveram outras, e pior que elas, muitas mentiras, e a cada vez que voltávamos depois de um grande esforço da caprina aqui (pisa no orgulho, minha filha, já que o ama tanto...) por mais que ele me garantisse que me amava ainda mais que antes (inclusive pela minha coragem em brigar para que não acabasse) eu fui ficando cada vez mais insegura em relação ao seu amor. Um amor que voltava em ondas calientes, mais fortes realmente, mas que já não convenciam alguém como eu, que nunca precisei de "intervalos" para o meu amor respirar. Terminou que numa ida final à Recife, onde pra ele nosso amor sempre "deu certo", fiquei sabendo de uma moça recente, de um estado vizinho, que ele conheceu numa festa e "ficou" por duas vezes, dias antes de eu chegar, indo a seu pedido, con despesas pagas e mordomias. Sua naturalidade em me garantir que "não foi nada", que "foi só sexo" e que "só comigo ele fazia amor", me deu o primeiro sinal de que havia acabado. Não por ter rolado, não por ter mentido mais de uma dezena de vezes, antes de admitir que rolou. Mas por tratar uma outra moça assim, por vê-la dessa maneira: como uma depositária "eficiente" do seu sexo urgente, e depois ainda me dizer : "o pior é que acho que ela se apaixonou"...
Meu Deus! Ela tem nome, pode ser uma belíssima pessoa e provavelmente ouviu as mesmas palavras sedutoras que eu sempre ouvi, eu pensei. E ele ainda foi mais fundo na justificativa: "Amorzinho, eu ainda estava com ódio de você... e da sua negação em fazer amor comigo quando estive na sua casa"... Pensei: pobre moça, que não é só um nome, nem é só um corpo, e que junto com o sexo urgente recebeu, de quebra, o furor do ódio por uma terceira... Daí pra frente, foram tentativas dele de ficar tudo bem. ("Só não fique me perguntando o que pretendo, mas saiba que te amo e tenho certeza disso") Foram carinhos, presentes, jantares, motéis, casa de praia com os filhos, xeretices na minha agenda telefônica (quem é "fulano" que eu li lá?), pedidos para que eu ficasse mais uma, duas semanas... Não fiquei. Graças a Deus pintou trabalho. Depois que vim me embora ainda em estado atônito, recebi fotos e um diário de bordo dos dias restantes na casa de praia sem mim em que ele chorou a minha distância... telefonemas sem fim do celular, do orelhão em frente à casa alugada... E eu, confesso, sem saber o que pensar, dizer, sentir... esperei o que viria em seguida. E vieram mais mentiras... embrulhadas em papel crepon. Entre a vontade de "me manter" e a necessidade de descobrir se não seria melhor tentar com outras e comparar, ele foi me segurando, com meias-verdades, com um amor pisca-pisca, uma hora presente e outra não. Como boa capricorniana, mais uma vez precisei literalmente "encostá-lo na parede", botá-lo frente a frente com ele mesmo. E só assim brotou o :"é... talvez vc tenha razão, talvez eu não ame mais"... Estranho. Muito estranho que eu tenha me deixado prender por tanto tempo por esse talvez. Estranho que eu própria tenha querido me enganar. Era amor demais e muitos planos e uma escolha clara. Mas cansei. Percebi, já não havia mais o "nosso" amor. Só o meu. Que era tão grande e tão lindo que ele gostava de sentir e hesitava tanto em me deixar ir embora... Pois agora eu fui. De vez. E como podem imaginar (principalmente os capricornianos) não foi nada fácil. Fiquei em carne-viva. Nessas horas, às vezes o silêncio é necessário. E foi. Hoje me sinto em estado de meditação, como se diante de uma paisagem como essa aí acima. E quer saber? Como dá paz saber que de você só saiu verdade, só saiu amor e você fez tudo o que estava ao seu alcance para viver uma história difícil que só poderia ter dado certo (e poderia, com certeza) se houvesse o retorno cúmplice e sincero que não veio. É uma pena.
Bem, justificado o meu silêncio, declaro que a minha voz voltou. Foi-se o desabafo e agora ela se recompõe pra falar de outras coisas, de outras paisagens. A vida segue. E há de ser bonita.

Teimado por: CoRa





Quarta-feira, Fevereiro 11



Meu PainhoZÃO

Ontem foi aniversário do meu Pai... Há quatro anos não passo aniversário dele com ele (ele é militar e estava em Manaus), mas nesse ano foi diferente... Queria ele perto, primeiro pra poder dizer pra ele um monte de coisas que minha imaturidade não me permitiu dizer no passado e segundo por que queria ele perto desde já (chega só sexta aqui e eu me caso sábado)...
Meu Pai é o homem mais diferente de mim que eu conheci ao longo dessa minha vida curta, mas ao mesmo tempo é o mais igual... Pessoa que mantive longe de mim na infância e adolescência e que sentia falta de viver no colo dele como na minha época de filha "única" (eu era a única menina)... Lembro de uma vez que eu disse, inclusive, que eu o odiava e aquilo foi uma coisa que marcou muito a nossa vida "juntos" por que em seguida ele disse (no momento que eu pedi desculpas a ele) que eu era a filha que ele mais confiava e que o que ele sentia por mim ele não sentia por ninguém (nem pelos meus dois outros irmãos)... Um homem ultra grudado com a família e que se pudesse nos manteria embaixo das asas como uma galinha... Alguém que parece desligadão quando está em frente à TV com um controle remoto, mas que sabe tudo que se passa em volta... Uma pessoa que não estende a mão perguntando se tu quer ajuda, mas que ajuda se tu pensar em pedir... Que ama ou que não gosta simplesmente de uma pessoa com a mesma intensidade... Um aluno nota 10 de tão inteligente que é, mas que não usa a inteligência como poderia usar... Que não se prende a nada material, mas que dificilmente demonstra tudo o que os sentimentos querem demonstrar...
Meu Pai, com certeza, foi a pessoa que mais me mostrou tudo o que eu queria e tudo que eu nunca vou querer pra minha vida... O amigo que eu nunca contei, mas que sempre se manteve firme do meu lado apoiando silenciosamente meus passos... O parceiro pra frequentar sem medo algum o estádio do Inter, afinal, a mão dele estaria ali pra me proteger...
Daqui dois dias eu caso... Tenho do meu lado um homem que me lembra muito meu Pai e que deseja tanto uma família como meu Pai deseja a dele... Viverei com alguém que quer ter três filhos no mínimo e três cachorros pra que a gente viva em família... Família... Aprendi com meu Pai o que é uma família... É como ele me ensinou a vivenciar a família que eu quero ensinar meus filhos, apesar das nossas inúmeras diferenças...
Tem uma música (claro que pra mim sempre tudo tem relação de música) que eu adoro e que sempre me lembra meu Pai... Não quero não conseguir falar pra ele o que essa música me passa... Quero que ele sempre tenha certeza de que apesar de tudo eu o admiro como homem... Assim como desejo que meus filhos admirem o Pai deles... Ambos são maravilhosos... Na verdade, eu tenho é muita sorte com os homens que me rodeiam! ;-)

Antes da música... Um beijo grande a todos e desculpem, novamente, a ausência... O Capri Corner no BON... Eita que nós somos muito bons no que fazemos, né? rs

Pai
(Fábio Junior)



"Pai
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais,
Muito mais, que dois grandes amigos,
Pai e filho talvez.

Pai,
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta,
Longos anos em busca de paz.

Pai,
Pode crer, eu tô bem, eu vou indo,
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer.

Pai,
Eu não faço questão de ser tudo,
Só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você.

Pai,
Senta aqui, que o jantar tá na mesa,
Fala um pouco, tua voz tá tão presa,
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga pra ver.

Pai,
Me perdoe essa insegurança,
É que eu não sou mais aquela criança,
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo,
Nos teus passos você foi mais eu, eu, eu!

Pai,
Eu cresci e não houve outro jeito,
Quero só recostar no seu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar.

Pai,
Você foi meu herói, meu bandido,
Hoje é mais, muito mais que um amigo,
Nem você nem ninguém tá sozinho,
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz,
Pai, paz."


Teimado por: Rubia Padilha





Terça-feira, Fevereiro 10



sobre o nada


Não, hoje não é um dia legal para postar, é que minha cabeça anda voando entre lá e cá e meu corpo anda cansado da viagem. O que dizer? Nada além desta complexidade que me rodeia. Ficarei em silêncio.

Ahhh... mas já que estou escrevendo, tenho que dizer algumas linhas. O que aconteceu? O inesperado que eu já esperava. Continuarei na espera, mas uma espera definida, com hora para terminar. O futuro, este não sei o que me reserva.

Foi bom ou ruim? Foi maravilhoso. E minha cabeça anda passeando por aqueles dias e tentando aceitar estes em que preciso sobreviver, aqui.

O que isto significa? Que mistério é esse que insisto em não contar? É que certas coisas precisam de tempo, para nos convencermos que tomamos a decisão certa. Só posso dizer que estou muito feliz, mas quero, por enquanto, guardar egoisticamente esta felicidade pra mim.

Mas prometo, semana que vem posto algo interessante, por enquanto foi apenas isso mesmo.
Um beijo a todos,

Teimado por: Dulce





Segunda-feira, Fevereiro 9



Os Bondes

Não sei em que ano eles deixaram de ser usados em minha cidade (Rio de Janeiro) e nem que idade eu tinha quando andei neles. Lembro que era bem pequena e que sempre estava acompanhada de meu avô materno nestas ocasiões. Talvez por isso eu associe os bondes a lembrança de meu avô.

Com um misto de saudade e fascínio que os bondes sempre me causaram transcrevo estes versos, de Sidney Miller e Sueli Costa, que exprimem muito do que sinto.



O Bonde
(Sidney Miller e Sueli Costa)

Corre no meio da praça
Sem sonho e sem graça
sem Ter mais pra onde ou por que
já que esse bonde não passa
ninguém mais espera
quem dera eu pudesse entender
vira brinquedo sem dono
que o próprio abandono
correndo no tempo desfaz
fora de linha e de moda
não passa, não corre
não leva mais
quem não quiser chorar
finja que vai partir
tome lugar no bonde
não peça que ande
nem diga por onde seguir
lembre que só depois
quando chegar ao fim
mesmo sem brilho e sem glória
haverá sua história contada assim
passa em seu passo tranquilo e cansado
de quem já sabe de cor seu destino
pára, suspira e prossegue
vai percorrendo ( ) de sua rotina
de sempre ir chegando e partindo
por um caminho traçado no chão
cantando contente tin tin tin
chega ao ponto final
vem companheiro e confessa
que o bonde sem pressa
chegava depressa demais
quem não achava o dinheiro
saltava ligeiro ( ... ) de trás
corre no meu pensamento
transforma em cantiga
momentos que foram talvez
e hoje quem passa nem liga
nem pensa em dizer adeus.


Teimado por: Dati





Sábado, Fevereiro 7



Amigos capricorners, estamos no blogs of notes! Obrigada Blogger man!






O anti-semita.

Gostaria de saber a opinião de vocês sobre esse tema, principalmente pelo lado psicológico, o tipo de vida sofrível de Hitler pode ter influenciado em suas ações? Um pai castrador e uma rejeição escolar pode ter tido algum efeito sobre ele?
Um homem que queria ser padre virou um tirano. Existem opiniões diversas sobre comportamentos. Conversando com uma psicóloga, não esse tema em questão, mas sobre um desvio de comportamento; ela me informou que o ser humano passa por fases em sua vida e dependendo como ocorre em cada etapa, desenvolve certo tipo de atitudes na fase adulta. Conversando com uma psiquiatra ela disse que já houve estudos em que tinham desconfiança que esses desvios de comportamento poderiam ser genético.

O que vocês acham? Hitler era um produto do meio, ou nasceu com algum distúrbio genético? Ou alguma outra opinião à respeito.

Como um homem pode ter feito tantas atrocidades? O nome dele completo é Adolf Hitler, uns chamam de mestre da destruição, outros de anti-cristo.

Parte de sua história:

"Nasceu em 20 de abril de 1889, quarto filho de Alois Schickelgruber e Klara Hitler, na cidade de Braunau, Áustria. Dois de seus irmãos morreram de difteria quando crianças, e uma morreu logo após o nascimento.
Quando Adolf tinha três anos de idade, sua família se mudou para Passau, ao longo do rio Inn, fronteira com a Alemanha. Um irmão Edmond, nasceu dois anos depois. A família mudou-se uma vez mais em 1895, para uma fazenda comunitária de Hafeld, a 30 milhas ao sudoeste de Linz. Uma outra irmã, Paula, nasceu em 1896, a sexta criança da união, complementada com um meio irmão e uma meia irmã de um dos dois casamentos anteriores do pai.
Seguindo mais uma mudança da família, Hitler viveu por seis meses em frente a um grande mosteiro Beneditino. Quando jovem, o sonho de Adolf era o de se tornar padre. Apesar deste desejo, Hitler era jovem rebelde, rebeldia esta que passou a provocar freqüentes surras de seu pai, um rígido disciplinador.
Em torno de 1900, os talentos artístico de Hitler vieram à tona. Ele saiu-se tão bem no colégio que foi aceito tanto pela universidade preparatória "Gymnasium" como para a técnica/científica Realschule. Porque a última possuía um curso de desenho, Adolf aceitou a decisão de seu pai e matriculou-se na Realschule. Ele não se saiu bem lá.
O pai de Adolf morreu em 1903, após sofrer uma hemorragia pleural. O próprio Adolf sofrera infecções pulmonares e deixou o colégio aos 16 anos, parcialmente por sua saúde debilitada e parcialmente pelo fraco desempenho escolar. Em 1906, Hitler conseguiu permissão para visitar Vienna, mas não obteve admissão para estudar em uma escola de artes de renome. Sua mãe desenvolveu um câncer terminal de mama e foi tratada por Edward Bloch, um médico judeu que ajudava pobres. Depois de uma operação e de tratamentos caros e muito dolorosos com drogas perigosas, Klara Hitler morreu em 1 de dezembro de 1907. Hitler passou seis anos em Vienna, vivendo em um orfanato e dependendo de uma pequena quantia de dinheiro deixada por seu pai. Já praticamente sem dinheiro em 1909, vagava por Vienna como um andarilho, dormindo em bares abrigos para os sem-teto incluindo, ironicamente, um financiado por filantropos judeus.
Foi durante este período que ele desenvolveu sua aversão a judeus, seu interesse por política e habilidade em debater assuntos. De acordo com a biografia escrita por John Toland, dois dos amigos mais próximos de Adolf Hitler nesta época eram judeus, além de admirar muitos artistas e produtores artísticos judeus. No entanto, Vienna era o centro do anti-semitismo, e os retratos dos judeus feitos pela mídia com atributos estereotipados não escapavam ao fascínio de Hitler..."

"Cada um de nós tem apenas um desejo...que os que tiverem a sorte de rever a pátria encontraram-na mais pura e limpa da influência estrangeira, para que através do rio de sangue que aqui corre todos os dias, contra um mundo internacional de inimigos nosso internacionalismo doméstico seja destruído." (Adolf Hitler).


Imagem meramente ilustrativa


Museu histórico: http://www.hitler.org/

Essa neurose anti-semita realmente quase inexplicável é curiosa, mais ainda o fato dele ter tido vontade de ser um padre.

"Ads compare Bush to Hitler
By Stephen Dinan
THE WASHINGTON TIMES"

Fonte: http://washingtontimes.com/national/20040105-114507-1007r.htm

Obs.: A Cora fez uma coluna no O Globo essa semana (Da violência mas sem perder a ternura jamais. Há algo de errado numa cidade quando qualquer mãe de família sabe o que é uma AR-15)
De quem você acha que é a culpa? Dos policiais que ganham pouco, da falta de emprego, falta de boa índole das pessoas, do sistema penitenciário, ou só Freud explica?

Falando nela, conheceu o Every, EveryBode, muito artístico. ;-)


Teimado por: Suely





Sexta-feira, Fevereiro 6





Sobre as lendas de Príncipe Encantado

Quando criança (há alguns aninhos atrás), eu sonhava em ser como um príncipe encantado daqueles contos de fadas (Sim, eu sei, é algo idiota, mas eu era, era?, criança! Então, por favor, compreendam!). Eu gostaria de ser como aqueles heróis, que tinham a força possível para destruir dragões e bruxas malvadas e sabiam equilibrar tal força ao romantismo dos beijos apaixonados que acordavam lindas princesas... Ah... Princesas... Esse com certeza era (era?) outro motivo para eu tanto querer ser um príncipe, conquistar princesas magníficas com simples olhares e toques sutis... De novo rio da minha tolice, pois por muitas vezes a vida me mostrou que não é nenhum conto de fadas e que esse mundo, ao menos esse planeta, não é nenhum reino encantado onde eu possa sonhar e viver como um Príncipe Encantado...
Mas, às vezes, meu coração ainda se toma dessa inocência quase infantil e eu me torno, novamente, um Príncipe Encantado, meu corpo recupera a força e o vigor de um homem sonhador e meus olhos retomam o olhar de sedução que Eros me dera algum dia e eu volto a ser aquele príncipe, aquele de meus sonhos infantis... Não sei como ou por que, mas noto que tenho a força capaz de destruir qualquer mal que possa entrar em meu caminho em direção a felicidade. Vejo também que tenho o poder para seduzir a mulher que amo e trazê-la comigo para sempre... E é assim, de forma lúdica e infantil, que volto a ser o Príncipe Encantado que fui há milênios atrás...

Príncipe Encantado

Sou homem, sou vivo, romântico e sonhador...
Sou sonho fantasia... Vivo a procura de amor...
Eu luto, me entrego em momentos mais precisos...
Mas busco sem cessar, os teus olhos de narciso...

Teimado por: G.H.





Quarta-feira, Fevereiro 4



Alguém me vende tempo??

Com a falta de tempo que eu ando (percebam olhando meu blog particular! rs) e a "doença" que meu pc resolveu ter semana passada (leiam o aviso do noivorido no "meu" último post aqui) eu admito estar perdida...
Pra terem uma idéia, não consegui pensar nem ao menos numa frase original (e olhem que eu amo ser original) pra pôr nas lembrancinhas do casamento (sim, eu vou casar... Os blogueiros poderiam fazer uma vaquinha e nos mandar o dinheiro, né?? rá!)...
Ando cansada, com pé na saco de aguentar muitas idéias rolando na minha cabeça (idéias!), sem poder fazer tudo (leia tudo no sentido de T-U-D-O) que quero, mas responsabilidade é algo que eu tenho (por incrível que pareça) e por isso "tinha" que vir dividir algo com vocês hoje...
Pensei em pôr uma música (já que todos sabem que amo música), pensei em somente transpor alguma poesia de alguém que eu goste demais ou um texto, mas não ficaria bom, até por que eu teria que procurar cuidadosamente e isso eu não posso fazer (afinal, comecei o texto dizendo que não tenho tempo, lembram?), então decidi! Não vou pôr minhas poesias por que muitas pessoas que visitam aqui (apesar daqui estar bem paradinho com as visitas, né?) já devem ter tido a oportunidade de lê-las, mas pensei num post texto que escrevi no meu blog no dia 16 de outubro de 2002 (caramba, tempão, né? Logo no início do blog onde ele era menos visitado do que hoje! rs) e que foi o "abre alas" desse casamento que será celebrado daqui 10 dias (Dati, cadê tu pra me ajudar na contagem regressiva?), mas que também não direi onde por que o dinheiro é pouco e não dá pra convidar mais ninguém! rs

Espero que gostem... E se não gostarem, minhas sinceras desculpas... Prometo preparar algo melhor (ou não) pra semana que vem...

Obrigada aos irmãos capricas que estão tendo toda a paciência possível comigo nessa minha época totalmente "off"...

Beijão grande... E como diria o mestre: "AMAR É TUDO" e eu, sou toda amor...



Eu amo!!!!!!!!!!
Amo muitas pessoas, amo muitos lugares, amo objetos simples, amo cores, amo bichos, música, violão, amo algumas comidas, amo melancia, amo pés, amo mãos, amo olhos, amo boca, amo cheiro, amo gosto, amo toque, amo cinema, amo cerveja muito gelada, amo minha cama, amo meu travesseiro, amo inverno, amo andar na areia, amo sol, amo lua, amo estrelas, amo nescau, amo pizza 4 queijos, amo acordar tarde, amo deitar no chão, amo ter cabelos que ficam lisos ou crespos, amo cada pedaço que ocupo mesmo não sendo pouco, amo ler, amo chorar quando o coração tá apertado, amo surpreender, amo fazer carinho, amo abraçar, amo dar beijos estalados na bochecha, amo rir, amo sorrir, amo gargalhar, amo escrever, amo rezar, amo ser porto seguro de alguém, amo receber cartas pelo correio, amo orquídea, amo água, amo acampar, amo cachoeira.................................
Passaria muito tempo e talvez ainda assim não acabaria...
Amo! Amo tudo que é simples, que me parece belo, que é existe sinceridade, e que me traga segurança...
Amo minha família... amo meus amigos...


Teimado por: Rubia Padilha








como não pensar?


Último momento, jogo empatado. A decisão vai para os pênaltis. Suor, dor no estômago, nervoso. Respirar fundo. Um pouco mais. Não olhar para a TV. Respirar um pouco mais. Coração acelerado. O atacante dá o chute para o gol e nós...

Momentos decisivos? Prefiro aqueles que chegam sem nos ser apresentados. Na verdade odeio a indefinição da surpresa e minha cabeça se confunde ainda mais. E se o momento decisivo é antecipado? Nada muda, além de que chego preparada para a indefinição, sei que me surpreenderei porque sempre sou surpreendida pelos fatos quando se apresentam.

Porém odeio também esperas e momentos decisivos prenunciados pela espera. O que resta fazer além de sentar em frente a TV e esperar o desenrolar do jogo? Pensar? É tudo que um capricorniano não deve fazer diria uma amiga ariana. Contudo pensar é intrínseco a vida dum capricorniano. O que acontecerá?

Odeio destinos; odeio esta indefinição, esta confusão, porque não a certeza de que as coisas acontecerão? Eu nem tenho certeza se elas acontecerão... E se acontecerem, eu gostaria que acontecessem? Parar de pensar.

Minha vida caminha por dois pólos, dum lado minha vidinha normal, do outro aquela normal porque as duas são diferentes, mas normais. O que as diferencia é o lugar, as pessoas. Talvez nem precise escolher, talvez a escolha não encontre meu caminho, não exista; então só haverá a outra a fazer: desistir, mudar de rumo e nunca mais pensar em nada.

O que me atormenta é esta dúvida. Como posso viver com ela? Como posso diante desta vida capricorniana viver sem um pé na certeza? Ah! Como era bom quando eu tinha certeza da resposta quando a pergunta fosse feita. Porque o meu maior medo é não saber a resposta. Lembre-se, não pensar em nada. É difícil? Tente.

Calma! Calma! Espere o momento chegar. Respire fundo, aprecie a vista, ocupe-se com preparativos para a viagem. Devagarinho as roupas são escolhidas e colocadas na mala, o cabelo fica pronto num rastejar das horas e vou tomando uma banho esticado. Concentro-me em coisas como não pensar em nada, viva a vida lá fora. Cuidadosamente estico minha passagem pelo café, a resposta dos emails, meus passeios pela internet, não pensando em nada apenas no tempo esticado como elástico, ao máximo.

Frio no estômago quando no avião entrar, escutarei todas as músicas, verei todos os filmes, fingirei indiferença até a hora derradeira. E a noite chegará e fingirei que durmo (porque não conseguirei dormir, concentrando em não pensar em nada). Respiro fundo, o dia amanhecerá, quiçá me permitirei suar frio e tremer. Mentira, tremerei e fingirei que não.

Chegarei em terra firme e tentarei aparentar esta firmeza, certa despreocupação e frieza capricorniana. Porém todas as dúvidas peregrinarão em mim. O que acontecerá? Somente semana que vem saberão. Não esqueçam de continuar a assistir o jogo.

Teimado por: Dulce





Terça-feira, Fevereiro 3



Ser ou não ser.
Se eu sou não significa que você tenha que ser, ou não...

Há umas semanas atrás surgiu na minha lista de discussão, o tema sobre quem comia carne ou não.

Ser Vegan, vegetariano ou carnívoro (isso vc sabe o que é :-) )

Tudo seria perfeitamente normal e a discussão seria saudavelmente interessante se não se tratasse de uma lista sobre animais.

Não um grupo de proteção e sim um espaço para trocarmos experiências, fotos, anseios, dúvidas e onde formei boas e queridas amigas já há 3 anos.

Contudo, como em qualquer assunto polêmico, surgem opiniões inteligentes e veementes e outras não tão inteligentes assim e outras, ainda, repetitivas de consciente coletivo.

Não fosse o radicalismo, tudo pareceria perfeitamente normal.

Veja bem, não estou criticando ninguém, mas vamos ao que interessa.

Comer carne: isso significa que um animal morreu para que nós pudéssemos comê-lo. Trivial e tradicional. Desde o tempo das cavernas é assim.

Significa que houve uma atrocidade cruel a um indefeso animal que não merecia morrer para ser devorado... ( não tinha uma coisa chamada Cadeia Alimentar???)

Mas, espera ai!!! Em pleno século 21 não existem formas de abate tecnologicamente avançadas e politicamente corretas? Não se sabe que o abate deve ser o menos traumatizante possível para que não se libere ¿adrenalina¿ e a carne fique dura ¿ onde ouvi ou li isso?

No que interfere meu amor pelos animais o fato de eu gostar de um churrasco?

Por causa disso serei diferente de quem não come carne ou quem é radicalmente contra comer qualquer coisa que venha de origem animal? (Sexo, então, nem pensar???)

Uma das pessoas comentava, em tom superior, que um dia entenderíamos que somos espiritualmente inferiores e que tínhamos é preguiça de começar a aceitar esse destino.

Parecia lavagem cerebral!!! Mas foi assim mesmo... Surreal.

Não que eu desrespeite o vegetariano ou o vegan, pelo contrário, acho louvável a causa, mas querer impor sua forma de vida e ao mesmo tempo querer que aceitemos que somos seres inferiores por comer um presuntinho, isso foi demais!!!

Repito aqui o que uma de minhas amigas tão sabiamente respondeu: será que o fato de eu comer carne muda a vida das centenas de animais que resgatei e encaminhei para adoção?

Não! Não muda!

Não comer carne é uma opção de vida, acho muito legal até, mas para quem consegue. É um caminho que se escolhe e que se sente bem, completo, satisfeito e pleno.

É justo querer que aceitemos o estilo de vida de cada um, até porque todos nós temos o direito de fazer do nosso corpo o que quisermos. Muito justo querer e exigir respeito a uma opinião, mesmo que contra toda uma maioria, denota personalidade.

Contudo, esse respeito se perde quando se acha que todos à volta, que não adotam a mesma postura, são seres ignóbeis, dignos de pena e inferiores.

O que se diz a um evangélico que insiste que a sua religião é a melhor e que somente ela vai te salvar do purgatório, do inferno, ou sei-lá-mais-o-quê? O que responder ao cara que está na fila do caixa de supermercado, olhando para as guloseimas do seu
carrinho e com aquele sorriso idiota em cima de um enorme broche onde se lê: -Quer emagrecer? Pergunte-me como?

Meus Deus, a impressão é que são uma seita, sei lá...

Para falar a verdade, eu como carne, adoro um bife bem passado acebolado, acho que a vida seria uma merda se não tivesse minha linguicinha... Parei de comer arroz, batata, pão, farinha e coca normal por achar que fazem mal a minha saúde. Com isso baixei meu colesterol e triglicérides. E assim me sinto bem, completa, satisfeita e plena...

Dou leite de soja aos meus filhos porque acho que é saudável. Mas não saio por aí defendendo a erradicação total dos carboidratos da face da terra porque sei que tem gente que gosta. Que não vive sem um pãozinho. Que come ARROZ com MACARRÃO ¿ acreditem!!! Ééééca!!!

O meu estilo de vida é meu. O seu é seu. Você não deixará de ser a pessoa que é por eu não concordar com alguma coisa e vice¿versa.

Numa coisa todos concordamos: todas as religiões convergem para Deus.

E, fala sério... quer emagrecer? Vai malhar e fecha a boca, nada de coscarque, herbalife ou shake milagroso...


Teimado por: Vipol BR





Segunda-feira, Fevereiro 2



As vezes cigana...

Estou sem computador em minha casa e por isso já começo me desculpando a todos pela falta de visitas e de agradecimentos que possam ocorrer ainda esta semana.

Como esta semana foi tumultuada pra mim em função da correria da volta as aulas, pelo fato de estar sem computador pois ele pifou e de outros probleminhas que agora não vem ao caso... recorri a uma de minhas poesias pois hoje me sinto assim meio cigana mas sempre dando um jeito de seguir em frente, sem desistir e sem desanimar, minha caminhada. Afinal capricornianos também são assim...não devemos desanimar e muito menos desistir, certo ?

Alma Cigana
(Inez Alvarez)

Sinto no peito a alma cigana que salta e pulsa
Que contagia alegria e quer dançar
Sinto no peito a alma cigana que é filha do vento
E que vaga errante de lugar em lugar

Sou alma cigana passageira para a eternidade
Viajando em lindo raio de luz dourado
Meus anjos me protegem desde tenra idade
Com seu grande amor têm por mim zelado.

Sou de alma cigana, sou irmã das águas
mas nunca fui marinheiro pois tenho medo do mar
No passado a experiência e no futuro a aventura
Mas é sempre na família o meu lar.

Sinto no peito a alma cigana amante da liberdade
Ligada a natureza e a vida com naturalidade
Sinto no peito a alma cigana mística e esotérica
Mas pela inquisição enforcada em lição de moral.

Sinto no peito a alma cigana que salta e pulsa
E que agora só quer com alegria dançar !

Teimado por: Dati





Domingo, Fevereiro 1




Gigante pela própria natureza.

(Recebemos 19 visitas hoje, nenhum quis comentar o tópico abaixo, prometo no próximo post mudar de assunto. Fiquem à vontade para atirar pedras também.) ;-)

Oba, oba! Finalmente um amigo do ponto Gemini veio nos prestigiar. Obrigada colega.

...

Não sei no que vai dar, mas achei importante o relacionamento Índia/Brasil. A Índia um país pobre mas menos desigual, pode com certeza nos acrescentar experiências. Temos que buscar novos ideais, partir para outros horizontes, e depender cada vez menos do mercado externo. Alguns brasileiros falam mal, e até aparentam não amarem seu país, mas quando surgem quatro indicações para o oscar do filme Cidade de Deus, derretem-se. Parece até aquela música: Tô nem aí, tô nem aí! Mas no fundo estão bem aí, querendo que o país sobressaia, não por suas mulatas e carnaval, mas pela cultura e tecnologia. É isso que almejamos, mostrar o nosso lado melhor e não simplesmente traseiros rebolando. Vejamos quantos poetas e escritores temos, até mesmo quantos hackers que dão dores de cabeça aos gringos, mas dessas cabeçinhas pensantes brasileiras, não muito bem orientadas, mas bem direcionadas podem sair maravilhas que outros povos já teriam aproveitado de alguma maneira; dizem, que alguns gênios são convocados por empresas lá fora. Vejam um caso bem simples, um rapaz criou uma página, um site com o nome bem parecido com microsoft (www.mikesoft.com), ganhou notoriedade. Foi apenas criativo, mas com isso está tendo visitas na faixa de uns 941 online por dia!
Eles exploram os poucos recursos naturais que têm, cobram mais de U$ 200 para nadar com os golfinhos num grande tanque artificial. E logo ali em Angra dos Reis vemos esses lindos mamíferos, além de praias maravilhosas. Somos visados por investidores, mas não conseguimos superar a desigualdade social. O Brasil se tornará o gigante de sua própria natureza, só resta saber quando.


Conhecimentos tradicionais da Amazônia são patenteados;


Produtores de soja dos EUA investem em Mato Grosso.


P.S.: Acabei de descobrir recentemente que estamos em parceria tríplice, a África do Sul também está cotada. O nosso país pretende que a Índia traga para o Brasil sua empresa cinematográfica, quanto mais investimentos no nosso país melhor.


Hoje é o aniversário de um aninho da minha lindinha afilhada, parabéns para ela.


Teimado por: Suely